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quinta-feira, 20 de maio de 2010

Um toque de alma


"A música quando é música transcende o ouvir e inunda a alma" Essa foi uma máxima que cheguei numa conversa que tive. Pois bem és ai um mistério, a música. Ela uni pessoas de diferentes tipos, nos faz chorar, rir e dançar, muitas vezes, involuntariamente. Não sei se é uma lógica matemática cerebral que a música tem que mexe com o nosso cérebro ou se é algo além do físico.
Mas é inegável a sua força sobre nós, cada pessoa tem uma música que toca mais fundo, que mexe com tudo e trás a tona lembranças quase esquecidas no breu da memoria."

terça-feira, 4 de maio de 2010

Teste

Fiz o teste: que livro você é?
Muito bom mesmo esse teste, se vocês quiserem fazer basta clique aqui !
Eu vi esse teste no blog A moça do sonho, fiquei tentada em fazer, e olhem o meu resultada:

Clarice Lispector

Foto: Divulgação


"A paixão segundo GH", de Clarice Lispector

Você é daqueles sujeitos profundos. Não que se acham profundos – profundos mesmo. Devido às maquinações constantes da sua cabecinha, ao longo do tempo você acumulou milhões de questionamentos. Hoje, em segundos, você é capaz de reconsiderar toda a sua existência. A visão de um objeto ou uma fala inocente de alguém às vezes desencadeiam viagens dilacerantes aos cantos mais obscuros de sua alma. Em geral, essa tendência introspectiva não faz de você uma pessoa fácil de se conviver. Aliás, você desperta até medo em algumas pessoas. Outras simplesmente não o conseguem entender.
Assim é também "A paixão segundo GH", obra-prima de Clarice Lispector amada-idolatrada por leitores intelectuais e existencialistas, mas, sejamos sinceros, que assusta a maioria. Essa possível repulsa, porém, nunca anulará um milésimo de sua força literária. O mesmo vale para você: agrada a poucos, mas tem uma força única.

domingo, 2 de maio de 2010

Obstáculos


A vida é um prisma, pois a cada momento que vivemos nela, vemos uma mesma coisa de forma diferente, e assim algumas coisas que construimos como solidas e imutáveis, acabam mudando, então percebemos que é preciso ver além do simples ver, escutar mais, deixar de tirar conclusões precipitadas, deixar de assumir somente um ponto de vista.
E foi dessa maneira que cheguei a uma conclusão, se não nos colocarmos no lugar do outro no momento em que entramos em contato com esse alguém e nos privarmos disso, estaremos fazendo se solidificar a frase: "Você constroi muralhas em vez de pontes", que não concordo, pois penso que as pontes já vêm contruídas, nós é que não temos coragem para atravessa-las, por que achamos mais fácil por a culpa de não atravessar na ausência da ponte e não em nós.